terça-feira, 29 de maio de 2007
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Quadrinhos
A tira aí de cima é da Mafalda. Tirei do blog "Clube da Mafalda". Sou fã da garota argentina, assim como do Calvin e do Charlie Brown. O mundo dos blogs, há tempos os publica. Graças a deus.
Bigodes e bigodes
O bigode sempre foi algo polêmico. Alguns o amam e não abrem mão dele. Outros, o odeiam e o raspam diariamente.
Mas, definitivamente há Ídolos de Bigode. E até um blog sobre isso.
Mas, definitivamente há Ídolos de Bigode. E até um blog sobre isso.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Nem debaixo d´agua
Que tal um comer um peixe enquanto vê outros nadando em seu habitat natural? Sim, em seu habitat natural, ou seja, em pleno mar.
Foi o que fizeram os donos do Ithaa, o restaurante submerso do Hilton das Ilhas Maldivas, no Pacífico. Como é possível ver pelas fotos, o lugar é surreal. O preço, também- US$ 120 por pessoa para comer uma entrada, um filé de peixe ao molho de limão e laranja, com toques de espinafre. Ah, o traje é "smart", seja lá o que isso significa.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
E por falar em google...
Abaixo já falei sobre o aumento da capacidade de enviar e receber anexos pelo Gmail. Pois bem, agora o Independent publica matéria sobre algo que já suspeitava há muito. O Google está criando a maior rede de bibislhotagem da História. E o pior: querem dar pitaco na sua vida:
- O objetivo é tornar os usuários do Google capazes de perguntar [ao programa] 'o que devo fazer amanhã?' e 'que emprego devo ter?'
A frase é de Eric Schmidt, diretor da empresa.
O jornal inglês vai além na paranóia. No começo da semana a empresa de buscas anunciou o investimento de dois milhões de libras em uma firma de engenharia genética, a 23andMe (noves fora a empresa ser da mulher de um dos fundadores do Google. Um presentinho básico, digamos assim). "A combinação de perfis genético e de uso da internet pode vir a ser uma poderosa ferramenta na batalha pelo maior entendimento do comportamento de um usuário de serviço online", diz a publicação.
Novamente, é uma reação ao Yahoo (curioso ver como o Google, de inovador está passando a reagente), que lançou seu Projeto Panamá, que vai rastrear qualquer um que entre em seu site para conhecer melhor seus hábitos.
De qualquer forma, já há diversos grupos preocupados com o fim da privacidade na rede. Eles pressionam o Google a ter limite no tempo em que armazenam as informações pessoais. "Por que um adolescente angustiado que se inscreve no mySpace [Orkut versão gringa] vai ter sua informação armazenada até 30 anos depois, quando for se candidatar a um emprego de, por exemplo, editor do Financial Times?", pergunta Ross Anderson, professor de Engenharia de Segurança de Cambridge e diretor da Foundation for Information Policy Research.
I fear google...
- O objetivo é tornar os usuários do Google capazes de perguntar [ao programa] 'o que devo fazer amanhã?' e 'que emprego devo ter?'
A frase é de Eric Schmidt, diretor da empresa.
O jornal inglês vai além na paranóia. No começo da semana a empresa de buscas anunciou o investimento de dois milhões de libras em uma firma de engenharia genética, a 23andMe (noves fora a empresa ser da mulher de um dos fundadores do Google. Um presentinho básico, digamos assim). "A combinação de perfis genético e de uso da internet pode vir a ser uma poderosa ferramenta na batalha pelo maior entendimento do comportamento de um usuário de serviço online", diz a publicação.
Novamente, é uma reação ao Yahoo (curioso ver como o Google, de inovador está passando a reagente), que lançou seu Projeto Panamá, que vai rastrear qualquer um que entre em seu site para conhecer melhor seus hábitos.
De qualquer forma, já há diversos grupos preocupados com o fim da privacidade na rede. Eles pressionam o Google a ter limite no tempo em que armazenam as informações pessoais. "Por que um adolescente angustiado que se inscreve no mySpace [Orkut versão gringa] vai ter sua informação armazenada até 30 anos depois, quando for se candidatar a um emprego de, por exemplo, editor do Financial Times?", pergunta Ross Anderson, professor de Engenharia de Segurança de Cambridge e diretor da Foundation for Information Policy Research.
I fear google...
Agora vai...
O Gmail aumentou sua capacidade de envio e recebimento de arquivos anexados. Agora qualquer um pode enviar uma mensagem de 20 Megas. Antes, o limite era de 10 MB. E daí? Bem, agora dá pra enviar um ou outro vídeo para os amigos. Ou mais fotos ao mesmo tempo.
É uma resposta ao Yahoo, que anunciou recentemente o fim do limite de armazenamento de seus correios. O concorrente antes permitia 10 gigas, contra 2,8 do google.
É uma resposta ao Yahoo, que anunciou recentemente o fim do limite de armazenamento de seus correios. O concorrente antes permitia 10 gigas, contra 2,8 do google.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
A evolução
O Pedro Dória postou um vídeo de 1927 utilizado para mostrar às pessoas como utilizar o telefone sem a ajuda da telefonista. Um barato.
Abaixo posto outros três. O primeiro também mostra como utilizar o telefone convencional ("disque um número de cada vez" é o melhor conselho). O segundo, o que para mim cada vez mais se torna o telefone convencional. O terceiro, meio tosco, o que será o futuro.
Abaixo posto outros três. O primeiro também mostra como utilizar o telefone convencional ("disque um número de cada vez" é o melhor conselho). O segundo, o que para mim cada vez mais se torna o telefone convencional. O terceiro, meio tosco, o que será o futuro.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
'É dez, parceiro'
Novamente no Maracanã, casa cheia. Chego atrasado. Jogo marcado para as 21h45, saio da confusão da Praça da Bandeira às 21h20. Carros estacionados por toda a Radial Oeste, tanto na pista quanto nas calçadas. Decido fazer a volta, pegar a pista sentido Centro para facilitar a saída após o jogo.
Tudo ainda lotado. Não há onde estacionar. Deixo longe do estádio mesmo, na faixa da Radial Oeste. Com medo de roubarem o carro (são tantas pessoas gritando ‘vem comigo, patrão!’, que uma poderia facilmente se enfurecer com o patrão e levar-lhe um bem), procuro um policial.
Paro o carro. “Por favor, é seguro parar aqui? Vai ter polícia a noite toda?” (o local de estacionamento é longe e muito pouco iluminado, bem depois do antigo Museu do Índio, daí a pergunta)
- Seguro em relação a quê?, responde o homem da lei.
- Sei lá, dá pra parar aqui na boa?
- Você quer saber em relação a roubo? (Na verdade, a intenção era essa, mas dada a cara de ‘tô nem aí’, mudo o foco)
- Tá, entendi. Me diz uma coisa: vai ter reboque hoje? (só me faltava ter o vidro do carro quebrado e ainda por cima rebocarem o veículo)
- Da última vez, não teve. Mas sabe como é, né? Quem não paga estacionamento sempre pode ser rebocado.
O “estacionamento”, no caso, era um senhor de uns 40 anos, barrigudo, que aguardava o fim da minha conversa com o policial para abrir a porta do carro e me dizer “dez conto, irmãzinho”.
Olho para o policial, ele não está nem aí. “Amigo, dez reais não rola. Te dou três. É mais que o vaga-certa”.
- Meu patrão, é o seguinte: são dez conto (sem o S mesmo).-
- Dez não dá. Te dou cinco e vamos que o jogo já vai começar.
- Deixa dez aí, parceiro. É segurança total. Até o PM vai ficar aí para olhar. (Ou seja, o cara já terceirizara o policial).
Deixei cinco na mão dele e me fiz de desentendido. Andei. Na volta, feliz pela vitória, temi pelo carro (poderia ter sido rebocado ou roubado, afinal). Estava lá. Assim como o vaga-certa, que me cobrava dois reais, não pagos.
“Não dá, já dei cinco pro teu amigo mais cedo”.
- Ah, é, então deixa…
O carro estacionado logo atrás, caiu no golpe e deu mais dois reais.
E ali ainda vai ser realizado o Pan-Americano.
Tudo ainda lotado. Não há onde estacionar. Deixo longe do estádio mesmo, na faixa da Radial Oeste. Com medo de roubarem o carro (são tantas pessoas gritando ‘vem comigo, patrão!’, que uma poderia facilmente se enfurecer com o patrão e levar-lhe um bem), procuro um policial.
Paro o carro. “Por favor, é seguro parar aqui? Vai ter polícia a noite toda?” (o local de estacionamento é longe e muito pouco iluminado, bem depois do antigo Museu do Índio, daí a pergunta)
- Seguro em relação a quê?, responde o homem da lei.
- Sei lá, dá pra parar aqui na boa?
- Você quer saber em relação a roubo? (Na verdade, a intenção era essa, mas dada a cara de ‘tô nem aí’, mudo o foco)
- Tá, entendi. Me diz uma coisa: vai ter reboque hoje? (só me faltava ter o vidro do carro quebrado e ainda por cima rebocarem o veículo)
- Da última vez, não teve. Mas sabe como é, né? Quem não paga estacionamento sempre pode ser rebocado.
O “estacionamento”, no caso, era um senhor de uns 40 anos, barrigudo, que aguardava o fim da minha conversa com o policial para abrir a porta do carro e me dizer “dez conto, irmãzinho”.
Olho para o policial, ele não está nem aí. “Amigo, dez reais não rola. Te dou três. É mais que o vaga-certa”.
- Meu patrão, é o seguinte: são dez conto (sem o S mesmo).-
- Dez não dá. Te dou cinco e vamos que o jogo já vai começar.
- Deixa dez aí, parceiro. É segurança total. Até o PM vai ficar aí para olhar. (Ou seja, o cara já terceirizara o policial).
Deixei cinco na mão dele e me fiz de desentendido. Andei. Na volta, feliz pela vitória, temi pelo carro (poderia ter sido rebocado ou roubado, afinal). Estava lá. Assim como o vaga-certa, que me cobrava dois reais, não pagos.
“Não dá, já dei cinco pro teu amigo mais cedo”.
- Ah, é, então deixa…
O carro estacionado logo atrás, caiu no golpe e deu mais dois reais.
E ali ainda vai ser realizado o Pan-Americano.
terça-feira, 15 de maio de 2007
Criativo Comum
Os donos de vans e kombis, pensando nos pobres passageiros, espremidos e cansados, decidiram colocar DVD para alegrar a viagem da galera. E não é qualquer um. Tem até Homem-Aranha 3, recém-lançado no cinema. Como o Rio ainda não virou São Paulo, o passageiro salta antes do filme acabar.
Pois bem, quem reservar um lugar na mesma van no dia seguinte assiste o resto. Tudo incluído na passagem...
Via filme B, cujo repórter garante ter presenciado a cena numa van Centro-Jacarepaguá.
Pois bem, quem reservar um lugar na mesma van no dia seguinte assiste o resto. Tudo incluído na passagem...
Via filme B, cujo repórter garante ter presenciado a cena numa van Centro-Jacarepaguá.
segunda-feira, 14 de maio de 2007
DigiWax

Há aquelas pessoas saudosas do vinil, de levantar do sofá para trocar de lado, de pular a agulha para mudar de música, mas que, ao mesmo tempo, querem baixar tudo da internet. Essas pessoas se chamam DJs e também utilizam os discos para trabalhar.
Como tudo nesse mundo de tecnologia é possível, uma gravadora da Inglaterra inventou uma vitrola que toca MP3. Ela se chama DigiWax. O link "how to use" ainda está em construção, mas eles deixam uma pequena amostra disponível: "toda cópia de vinil digiwax vem com um código que lhe permite baixar as músicas contidas no disco.
Via wired
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Que tudo mais vá para o inferno
É, rei Roberto, de que vale a sua boa vida de playboy se ninguém pode ler sobre ela?
Aqui está a polêmica biografia do RC.
Taí um livro que não tinha vontade de ler, mas, agora, com toda a polêmica, vai entrar na fila (sempre enorme) de livros a serem lidos.
Aqui está a polêmica biografia do RC.
Taí um livro que não tinha vontade de ler, mas, agora, com toda a polêmica, vai entrar na fila (sempre enorme) de livros a serem lidos.
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Pra que gastar US$ 100?
Enquanto o governo brasileiro testa o laptop de 100 dólares de Nicholas Negroponte (que, na verdade, deve custar ao menos US$ 175), o governo da Índia resolveu ir além -está produzindo um computador portátil de US$ 10.
De acordo com matéria do Times of India, a equipe, comandada por dois engenheiros de TI, já conseguiu atingir o preço de US$ 47. Com o ganho de escala, o governo indiano pretende diminuir em US$ 37 o valor final. Calcula-se uma demanda de ao menos de um milhão de unidades só naquele país.
Segundo a reportagem, devido a problema de propriedade intelectual, o desenho ainda não pode ser divulgado. Sabe-se somente que ele seria construído sobre apenas uma placa, tornando mais fácil conseguir peças e conserto.
Até o fim do mês, informa o periódico, novas reuniões para definir o design serão feitas para que sugestões sejam acolhidas. "Não queremos correr. Muitos assuntos continuam sem solução, como os royalties do designer depois que o desenho for patenteado. Construir um protótipo vai levar tempo. Nós ainda vamos fazer testes destrutivos e e criar uma rede de manutenção", afirmou um oficial do governo ao jornal.
O governo prevê que em dois anos o laptop poderia começar a ser distribuído.
De acordo com matéria do Times of India, a equipe, comandada por dois engenheiros de TI, já conseguiu atingir o preço de US$ 47. Com o ganho de escala, o governo indiano pretende diminuir em US$ 37 o valor final. Calcula-se uma demanda de ao menos de um milhão de unidades só naquele país.
Segundo a reportagem, devido a problema de propriedade intelectual, o desenho ainda não pode ser divulgado. Sabe-se somente que ele seria construído sobre apenas uma placa, tornando mais fácil conseguir peças e conserto.
Até o fim do mês, informa o periódico, novas reuniões para definir o design serão feitas para que sugestões sejam acolhidas. "Não queremos correr. Muitos assuntos continuam sem solução, como os royalties do designer depois que o desenho for patenteado. Construir um protótipo vai levar tempo. Nós ainda vamos fazer testes destrutivos e e criar uma rede de manutenção", afirmou um oficial do governo ao jornal.
O governo prevê que em dois anos o laptop poderia começar a ser distribuído.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Vive la France
- Eles produzem a comida mais gorda da Europa e são magros.
- Trabalham menos que a média mundial e ganham até mais
- Suas bebidas são melhores
- Suas mulheres são lindas
- Têm férias gigantes
- Trens rápidos
São alguns pontos positivos dos franceses, em análise de um jornalista inglês (pra variar, do Guardian) que morou por anos na França e agora teme que Sarkozy acabe com tudo o que o país tem de bom em troca da "ética protestante britânica-americana".
Vale ler o texto, cheio de ironias, como todo bom texto inglês.
"Macarrão armazenado em uma tupperware, comido na mesa do escritório. Atum enlatado. Azeitonas velhas. Sem tempo para saber como está seu pai ou tio. Se você imitar o mundo anglo-saxão, monsieur presidente, isso é o que vai acontecer."
- Trabalham menos que a média mundial e ganham até mais
- Suas bebidas são melhores
- Suas mulheres são lindas
- Têm férias gigantes
- Trens rápidos
São alguns pontos positivos dos franceses, em análise de um jornalista inglês (pra variar, do Guardian) que morou por anos na França e agora teme que Sarkozy acabe com tudo o que o país tem de bom em troca da "ética protestante britânica-americana".
Vale ler o texto, cheio de ironias, como todo bom texto inglês.
"Macarrão armazenado em uma tupperware, comido na mesa do escritório. Atum enlatado. Azeitonas velhas. Sem tempo para saber como está seu pai ou tio. Se você imitar o mundo anglo-saxão, monsieur presidente, isso é o que vai acontecer."
Piratas do mundo
Eles não têm mais olho de vidro nem perna de pau, mas ainda estão por aí. Mapa da Câmara Internacional de Comércio mostra que os piratas continuam a navegar as águas mundiais, mas seus ataques estão cada vez menos frequentes.
Em 2006 foram registrados 239 assaltos, contra 276 em 2005 e 329 em 2004. Ou seja, uma queda de 28% em dois anos. No ano passado, 188 pessoas foram feitas reféns durante ações de piratas. Em quinze ataques, houve mortes.
Este ano, os números continuam caindo. No primeiro trimestre foram registrados 41 casos de pirataria marítima, 20 a menos que no mesmo período de 2006.
O Caribe, que ficou famoso alguns séculos atrás pela quantidade de roubos de embarcações, não é mais o líder -há muito tempo. Agora são os mares asiáticos, principalmente em torno da Indonésia, o principal ponto de assalto. Aquele país, inclusive, lidera o ranking de 2006 da Câmara Internacional de Comércio, seguido de perto pelo quase vizinho Bangladesh. Foram 50 roubos de carga em alto mar indonésio contra 47 da outra ilha. Em 2005, aconteceram 79 e 23, respectivamente.
No Brasil, foram registrados cinco roubos e uma tentativa mal sucedida no ano passado -todos na área do porto de Santos, em São Paulo. Em 2005 foram dois, um em Macapá e outro perto de Breve, no rio Amazonas, no Pará. "O porto de Santos está experimentando uma onda de ataques contra cargueiros ancorados. Os piratas embarcam, abrem containeres, roubam o conteúdo, mas a polícia local aparentemente faz muito pouco para combatê-los no seu retorno à costa", diz o documento.
A CIC comemora a queda dos números, apesar de alertar para o aumento de casos no Brasil e outros países, como alguns na África e na Ásia. Entre eles, Nigéria, Somália e Bangladesh.
Abaixo, o mapa dos ataques em 2006
Em 2006 foram registrados 239 assaltos, contra 276 em 2005 e 329 em 2004. Ou seja, uma queda de 28% em dois anos. No ano passado, 188 pessoas foram feitas reféns durante ações de piratas. Em quinze ataques, houve mortes.
Este ano, os números continuam caindo. No primeiro trimestre foram registrados 41 casos de pirataria marítima, 20 a menos que no mesmo período de 2006.
O Caribe, que ficou famoso alguns séculos atrás pela quantidade de roubos de embarcações, não é mais o líder -há muito tempo. Agora são os mares asiáticos, principalmente em torno da Indonésia, o principal ponto de assalto. Aquele país, inclusive, lidera o ranking de 2006 da Câmara Internacional de Comércio, seguido de perto pelo quase vizinho Bangladesh. Foram 50 roubos de carga em alto mar indonésio contra 47 da outra ilha. Em 2005, aconteceram 79 e 23, respectivamente.
No Brasil, foram registrados cinco roubos e uma tentativa mal sucedida no ano passado -todos na área do porto de Santos, em São Paulo. Em 2005 foram dois, um em Macapá e outro perto de Breve, no rio Amazonas, no Pará. "O porto de Santos está experimentando uma onda de ataques contra cargueiros ancorados. Os piratas embarcam, abrem containeres, roubam o conteúdo, mas a polícia local aparentemente faz muito pouco para combatê-los no seu retorno à costa", diz o documento.
A CIC comemora a queda dos números, apesar de alertar para o aumento de casos no Brasil e outros países, como alguns na África e na Ásia. Entre eles, Nigéria, Somália e Bangladesh.
Abaixo, o mapa dos ataques em 2006
terça-feira, 8 de maio de 2007
DJ de celular
Aí está uma sugestão para se divertir com toques de celular (esse cara é o Patife, especialista em drum and bass):
via haha.nu
via haha.nu
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Abriram a caixa
Dicas do Fausto para reabrir a caixa:
- Musicovery
- Hype Machine
Testarei ambos mais tarde.
E mais uma, agora via Cristina de Luca, para reabrir a caixa de Pandora: basta trocar o "proxy", ou seja, a identificação do número de IP.
Nas palavras dela:
"O método mais fácil é o descrito no Public CGI Proxies. Já no Proxify, basta entrar com a URL Pandora.com, e desmarcar a opção remove all scripts.
O primeiro passo é obter o endereço e porta de um servidor proxy internacional. Se não conhecer nenhum, digite "open proxy list"na caixa de busca dno Google. Há diversas por aí. Para falicitar, listo os que eu uso. São para o Firefox:
- http://tools.rosinstrument.com/proxy/
- www.publicproxyservers.com
- www.proxz.com
- www.stayinvisible.com
Uma vez selecionado o número em qualquer browser use a opção de configuração manual de proxy."
As caixas de som agradecem.
- Musicovery
- Hype Machine
Testarei ambos mais tarde.
E mais uma, agora via Cristina de Luca, para reabrir a caixa de Pandora: basta trocar o "proxy", ou seja, a identificação do número de IP.
Nas palavras dela:
"O método mais fácil é o descrito no Public CGI Proxies. Já no Proxify, basta entrar com a URL Pandora.com, e desmarcar a opção remove all scripts.
O primeiro passo é obter o endereço e porta de um servidor proxy internacional. Se não conhecer nenhum, digite "open proxy list"na caixa de busca dno Google. Há diversas por aí. Para falicitar, listo os que eu uso. São para o Firefox:
- http://tools.rosinstrument.com/proxy/
- www.publicproxyservers.com
- www.proxz.com
- www.stayinvisible.com
Uma vez selecionado o número em qualquer browser use a opção de configuração manual de proxy."
As caixas de som agradecem.
Fecharam a caixa
Muito triste isso:
"Dear Pandora Visitor,
We are deeply, deeply sorry to say that due to licensing constraints, we can no longer allow access to Pandora for most listeners located outside of the U.S. We will continue to work diligently to realize the vision of a truly global Pandora, but for the time being we are required to restrict its use. We are very sad to have to do this, but there is no other alternative.
We believe that you are in Brazil (your IP address appears to be 201.17.85.139). If you believe we have made a mistake, we apologize and ask that you please contact us at pandora-support@pandora.com "
De acordo com a Pandora, a rádio voltará aos poucos a outros países que não os EUA, à medida em que acordos relacionados aos direitos autorais forem sendo assinados.
Meu dia agora é menos musical. Só falta a Last.fm ter o mesmo problema.
"Dear Pandora Visitor,
We are deeply, deeply sorry to say that due to licensing constraints, we can no longer allow access to Pandora for most listeners located outside of the U.S. We will continue to work diligently to realize the vision of a truly global Pandora, but for the time being we are required to restrict its use. We are very sad to have to do this, but there is no other alternative.
We believe that you are in Brazil (your IP address appears to be 201.17.85.139). If you believe we have made a mistake, we apologize and ask that you please contact us at pandora-support@pandora.com "
De acordo com a Pandora, a rádio voltará aos poucos a outros países que não os EUA, à medida em que acordos relacionados aos direitos autorais forem sendo assinados.
Meu dia agora é menos musical. Só falta a Last.fm ter o mesmo problema.
domingo, 6 de maio de 2007
Meia confusa

Quarta-feira, Maracanã, jogo do Fluminense pela Copa do Brasil. Há algum tempo o estádio passou a aceitar carteira de estudante para conceder meia-entrada. Lá fui eu comprar o ingresso a cinco reais para a minha irmã, que estava comigo. Apenas duas bilheterias vendem a esse preço, a oito e a cinco.
- É por causa do computador. Inserimos o número da identidade e do documento no sistema para não haver fraudes, disse uma das bilheteiras.
Chego à bilheteria oito. Dos dez guichês, apenas três vendem a meia. As filas não andam, dada a necessidade de registrar tantos números. Mas essa não é a única causa da demora. O sistema, aparentemente anti-fraude, é fraudado. E muito.
Um torcedor, ao meu lado, depois de muito discutir com a bilheteira, que insistia em dizer que ele já havia comprado ingresso, chamou um policial. Explicou a situação ao PM, que (surpreendentemente) lhe deu atenção e foi com ele até o guichê.
-Minha querida, houve algo de errado. Conferi todos os documentos do rapaz, são originais, e ele me garante que ainda não comprou ingresso.
- Mas a identidade dele já está no sistema. Não posso fazer nada.
Torcedor: mas como minha identidade está no sistema se eu acabei de chegar ao estádio e ainda não comprei?
A bilheteira não responde. O policial a obriga a vender pela metade do preço. "Dá um jeito. O cidadão está no direito".
Ele consegue o ingresso e sai reclamando. O policial recomenda que ele se encaminhe a alguma delegacia ou mesmo à estação da PM do Maracanã para formalizar a queixa. Sua identidade havia sido falsificada, provavelmente.
Enquanto isso, dois cambistas rondam a fila anunciando "ingresso na minha mão, sem fila, a dez reais". Se o preço normal é dez, ele precisa ter comprado por cinco para ter algum lucro.
Onde está o falsificador? Como conseguiu comprar vários ingressos? Por que o gentil PM não fez nada?
Imagino essa fila em uma final...
O mundo ontem e hoje
"Mark tem dor de cabeça e por isso leva analgésicos para a escola
1973: Mark divide o remédio com o diretor da escola no corredor de fumantes.
2007: Polícia chamada, Mark expuslo da escola por uso de drogas. Carro revistado em busca de tóxicos e armas"
Uma série de piadas sobre situações cotidianas hoje e em 1973. Faz todo sentido, ainda mais se adaptadas ao Brasil.
1973: Mark divide o remédio com o diretor da escola no corredor de fumantes.
2007: Polícia chamada, Mark expuslo da escola por uso de drogas. Carro revistado em busca de tóxicos e armas"
Uma série de piadas sobre situações cotidianas hoje e em 1973. Faz todo sentido, ainda mais se adaptadas ao Brasil.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Tchau, chiado!

Pela primeira vez nos EUA, a AOL, que dá acesso discado, não lidera o ranking dos provedores daquele país. A notícia saiu no NY Times hoje. A América OnLine, atualmente com 12 milhões de assinantes, foi ultrapassada pela AT&T, com 12,9 mi, e pela Comcast (12,1 mi). As novas líderes oferecem acesso via banda larga.
O impressionante é a velocidade da queda da AOL. Em dezembro, ela tinha 13,2 milhões de pessoas pagando para acessar a internet via acesso discado. Em quatro meses, perdeu 1,2 milhão.
Tem gente porém, que lamenta o declínio do barulinho de conexão -inexistente na banda larga. Tudo isso com bom humor, claro.
Em inglês, dada a preguiça de traduzir: "when email was on demand, instead of showing up every few seconds, becoming more annoying than an annoying mother-in-law. Or when IM meant I wanted to be messaged, and not instant migraine. The good old slow days, when Yahoo paid attention to the minimalism and crafted a lite-site. The golden days when YouTube viewing didn’t come between me and productivity".
Bichinho verdinho, que dá na água
A nova moda agora para combater o aquecimento global é incentivar a reprodução de planctons, avisa o Independent.
O jorge ben já tinha cantado isso há tempos...
O jorge ben já tinha cantado isso há tempos...
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Cute
E por falar no Webby, o vencedor da categoria "weird" é fofo!
Dá uma olhada: tem foto de gatinhos em xícaras e até de lemures, aqueles mesmo do Madagascar!
Dá uma olhada: tem foto de gatinhos em xícaras e até de lemures, aqueles mesmo do Madagascar!
Webby

Saiu o resultado do Webby Awards. Destaque para o Flickr, que ganhou nas categorias comunidade, design e práticas.
Na categoria ativismo, o Save The Internet ganhou a votação do júri, perdendo para a campanha do Greenpeace contra a Apple no voto popular. O Save the Internet é uma campanha que se opõe ao controle da rede por governos e empresas. Escrevi sobre isso há quase um ano. Dá pra ler aqui, "A internet em camadas".
Vegetarianos e carnívoros
Em seu ataque ao populismo latino-americano publicado na Foreign Policy, Alvaro Vargas-Llosa (filho do Mario), classifica os atuais líderes do continente como "vegetarianos" e "carnívoros" da esquerda. Entre os primeiros, Lula e Tabaré Vasquez. Eles teriam evitado os erros da velha esquerda e fugido do populismo ao mesmo tempo em que não levam seus países a crescimentos mais fortes.
Já os carnívoros são ilustrados principalmente por Chavez e Morales, Venezuela e Bolívia. Ambos seriam representantes do que Vargas Llosa chama de Idiotas do populismo, aqueles governantes presos a esquerdismos antigos e sustentados por alguma bonança natural, como o gás boliviano e o petróleo venezuelano.
Além de criar adjetivos criativos, Vargas Llosa ataca a intelectualidade internacional, principalmente a norte-americana e européia por ver algo de bom nos comedores de carne. Há inclusive uma lista de frases proferidas nos últimos anos com críticas.
Para ele, "uma disputa cultural está em jogo na América Latina -entre aqueles que desejam colocar a região no firmamento global e vê-la emerger como grande contribuidora da cultura ocidental, à qual seu destino está amarrado há cinco séculos, e aqueles que não podem se reconciliar com essa idéia e resistem a ela". Segundo Vargas Llosa, tudo será resolvido quando idéias de outros tempos forem arquivadas.
Será?
Já os carnívoros são ilustrados principalmente por Chavez e Morales, Venezuela e Bolívia. Ambos seriam representantes do que Vargas Llosa chama de Idiotas do populismo, aqueles governantes presos a esquerdismos antigos e sustentados por alguma bonança natural, como o gás boliviano e o petróleo venezuelano.
Além de criar adjetivos criativos, Vargas Llosa ataca a intelectualidade internacional, principalmente a norte-americana e européia por ver algo de bom nos comedores de carne. Há inclusive uma lista de frases proferidas nos últimos anos com críticas.
Para ele, "uma disputa cultural está em jogo na América Latina -entre aqueles que desejam colocar a região no firmamento global e vê-la emerger como grande contribuidora da cultura ocidental, à qual seu destino está amarrado há cinco séculos, e aqueles que não podem se reconciliar com essa idéia e resistem a ela". Segundo Vargas Llosa, tudo será resolvido quando idéias de outros tempos forem arquivadas.
Será?
Vale guardar
O Guardian publica uma série de discursos que marcaram o século XX. Vale a pena ler alguns. É a íntegra de várias epígrafes que vocês já leram por aí.
terça-feira, 1 de maio de 2007
O subúrbio e a moda
"Mulheres cultuam aquelas marcas de surf, ou então aquelas grifes do Funk, tudo com strech, purpurina, cristal e bordado. Às vezes, elas usam tudo junto, na mesma peça de roupa...
No cabelo usa-se mtos cremes, mta chapinha, mta florzinha de crochÊ...
a maquiagem é florescente, tudo nos olhos, as negras usam lápis branco, as brancas usam lápis lilás, azul florescente ou amarelo" (...)
"O povo aqui não tem hábito de cinema, teatro, ou shows. Só se for show de micareta ou baile funk do ItaShow, onde rola pura pegação desenfreada.
Segunda é o dia de colocar os assuntos em dia, e o comentário geral é sempre sobre as carnes que foram queimadas na laje no fim de semana ou o rodízio de massa + carne + buffet de salada com direito a comida japonesa...que eles foram no fim de semana, sim, porque aqui, só vale a pena ir a um restaurante se for naqueles mega rodízios que têm de um tudo... uma combinação bombástica de vários tipos diferentes de comida!" (...)
"Há outras questões aparentes, como as senhoras que carregam toalhinhas felpudas presas no sutiãs para secar o suor".
A Hilaine, amiga dos tempos de Rits, está trabalhando e morando em São Gonçalo. Aproveitou a observação participante e escreveu um relato sobre as modas do subúrbio carioca. A conclusão é: O lema é levar vantagem extrema. E o texto, divertidíssimo.
No cabelo usa-se mtos cremes, mta chapinha, mta florzinha de crochÊ...
a maquiagem é florescente, tudo nos olhos, as negras usam lápis branco, as brancas usam lápis lilás, azul florescente ou amarelo" (...)
"O povo aqui não tem hábito de cinema, teatro, ou shows. Só se for show de micareta ou baile funk do ItaShow, onde rola pura pegação desenfreada.
Segunda é o dia de colocar os assuntos em dia, e o comentário geral é sempre sobre as carnes que foram queimadas na laje no fim de semana ou o rodízio de massa + carne + buffet de salada com direito a comida japonesa...que eles foram no fim de semana, sim, porque aqui, só vale a pena ir a um restaurante se for naqueles mega rodízios que têm de um tudo... uma combinação bombástica de vários tipos diferentes de comida!" (...)
"Há outras questões aparentes, como as senhoras que carregam toalhinhas felpudas presas no sutiãs para secar o suor".
A Hilaine, amiga dos tempos de Rits, está trabalhando e morando em São Gonçalo. Aproveitou a observação participante e escreveu um relato sobre as modas do subúrbio carioca. A conclusão é: O lema é levar vantagem extrema. E o texto, divertidíssimo.
domingo, 29 de abril de 2007
Beduínos
Os beduínos são aquele povo do deserto africano que não param muito tempo em um só lugar. Buscam comércio e fontes de água de forma incessante. Chegam a um lugar, param e quando se dão por satisfeitos, vão adiante.
Agora temos os beduínos digitais. Dada a pobreza do continente, são raros na África. Porém, em São Francisco eles são cada vez mais comuns. Os beduínos digitais são aquelas pessoas que ficam rodando a cidade em busca de um hotspot gratuito para trabalhar, blogar, comunicar etc.
Londres também deve estar cheia, já que há essa infra toda aí abaixo.
Agora temos os beduínos digitais. Dada a pobreza do continente, são raros na África. Porém, em São Francisco eles são cada vez mais comuns. Os beduínos digitais são aquelas pessoas que ficam rodando a cidade em busca de um hotspot gratuito para trabalhar, blogar, comunicar etc.
Londres também deve estar cheia, já que há essa infra toda aí abaixo.
sábado, 28 de abril de 2007
Why fi?
A prefeitura de Londres anda se vangloriando por ter lá a maior rede de acesso à internet wi-fi da Europa. A Cloud Networks começou ontem a oferecer serviço, por enquanto gratuito, graças à Nokia, que subsidia os preços, a 350 mil pessoas.
Legal, mas há quem pergunte pra quê? Sendo uma cidade na qual a maioria da população já possui acesso à rede em casa e cujos cafés oferecem conexão gratuita, por que oferecer internet no banco da praça? Ainda mais em uma cidade em que a chuva é mais constante que o calor no Rio de Janeiro?
Por outro lado, há quem comemore a possibilidade de diminuir a conta de telefone. Com celular capaz de acessar à rede, pra que pagar a tarifa da telefônica se é possível ligar via skype ou similar?
Por enquanto é de graça e por aí se comenta que tudo será decidido assim que o subsídio da Nokia for embora. Se for caro, não vai dar certo. Se barato, vai aumentar a cobertura e o vício. De acordo com pesquisa da Pew Internet, 72% dos americanos que possuem conexão wi-fi checam email diariamente. O percentual cai para 54% para os que não têm esse tipo de acesso.
Legal, mas há quem pergunte pra quê? Sendo uma cidade na qual a maioria da população já possui acesso à rede em casa e cujos cafés oferecem conexão gratuita, por que oferecer internet no banco da praça? Ainda mais em uma cidade em que a chuva é mais constante que o calor no Rio de Janeiro?
Por outro lado, há quem comemore a possibilidade de diminuir a conta de telefone. Com celular capaz de acessar à rede, pra que pagar a tarifa da telefônica se é possível ligar via skype ou similar?
Por enquanto é de graça e por aí se comenta que tudo será decidido assim que o subsídio da Nokia for embora. Se for caro, não vai dar certo. Se barato, vai aumentar a cobertura e o vício. De acordo com pesquisa da Pew Internet, 72% dos americanos que possuem conexão wi-fi checam email diariamente. O percentual cai para 54% para os que não têm esse tipo de acesso.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Poema concreto
Jai Alai
E por falar em Guernica, por lá um tal de Jai Alai (isso é um esporte) é bastante popular. E não só lá como nos EUA também. Já apareceu nos Simpsons e filme de ficção Científica Tron.
Na França, no resto da Espanha, em Cuba e nas Filipinas, é chamado de Pelota. Dá uma olhada no documentário. Parece um squash tamanho família.
Na França, no resto da Espanha, em Cuba e nas Filipinas, é chamado de Pelota. Dá uma olhada no documentário. Parece um squash tamanho família.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Não é para decorar a sala

Há exatos 70 anos, o general Franco mandou bombardear Guernica, uma cidade do País Basco, no nordeste da Espanha. Com ajuda de aviões alemães, o ditador poupou fábricas e pontes, alvos tradicionais de qualquer ataque aéreo. O objetivo ali eram os bascos, que resistiam à ditadura e simpatizavam com o comunismo. Ou seja, foi terrorismo mesmo.
A conquista da cidade (ou a destruição da resistência) era fundamental para o fim da Guerra Civil espanhola, mesmo tendo apenas 5 mil habitantes em 1937 (hoje são 18 mil). Era um entreposto entre as tropas nacionalistas, de Franco, e os republicanos. Era também esconderijo de diversos líderes bascos e símbolo do país que até hoje quer independência da Espanha.
O general não pensou duas vezes. Chamou seus aliados e ordenou o ataque. Até hoje se discute quantas pessoas morreram, mas ao menos 300 se foram.
Da estupidez, ao menos surgiu algo de bom, o quadro de Picasso. Como ele mesmo disse uma vez: "Arte não é para decorar salas. É uma arma ofensiva na defesa contra o inimigo".
PREÇOS e preços

Alguns amigos reclamaram do preço do Flamengo e Botafogo do próximo domingo. Uma arquibancada, daquela mesmo, lotada, de pé, com goteira e cheiro de xixi vai custar R$ 40. O Kleber Leite, diretor do Flamengo, respondeu que se tem gente que paga R$ 60 para ver a Ivete Sangalo nas mesmas arquibancadas, tem gente que vai pagar R$ 40 pela final do Carioca.
Pode ser. De qualquer forma, os preços aqui ainda não chegaram nem perto dos do Manchester United, o todo-poderoso da Inglaterra. Lá, os preços para a próxima temporada do campeonato inglês, que começa em agosto, já foram anunciados. Sofrerão aumento de 14%. Assim, uma arquibancada poderá chegar a 836 libras. Coisa de mais de dois mil reais...
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Você sabia?
Que ninguém conhece o super-homem no Quênia?
Que a elite intelectual de Ruanda nem tenta mais saber qual é o tamanho do calor por lá? A resposta é sempre a mesma: "é quente".
Que não se presenteia um chinês com um relógio? O ideograma de morte e relógio são bem parecidos e por isso um relógio, uma máquina que mede o tempo, não deixa de simbolizar a morte.
Quem conta essas e outras é a Sabrina, lá de Washington, em meio a um intercâmbio com jornalistas de todo o mundo. Vale muito acompanhar. Textos excelentes e de humor ainda maior.
Que a elite intelectual de Ruanda nem tenta mais saber qual é o tamanho do calor por lá? A resposta é sempre a mesma: "é quente".
Que não se presenteia um chinês com um relógio? O ideograma de morte e relógio são bem parecidos e por isso um relógio, uma máquina que mede o tempo, não deixa de simbolizar a morte.
Quem conta essas e outras é a Sabrina, lá de Washington, em meio a um intercâmbio com jornalistas de todo o mundo. Vale muito acompanhar. Textos excelentes e de humor ainda maior.
Nem tanto...
Se alguém me perguntar como estou, não respondo "leia meu blog";
Sei quanto gastei por mês em compras para a casa e não faço idéia de quanto esse blog faturou;
Não tenho a mínima fé de que um post daqui possa ir para o Digg;
De acordo com essa lista engraçadinha, não sou um viciado em blogs.
Felizmente.
Sei quanto gastei por mês em compras para a casa e não faço idéia de quanto esse blog faturou;
Não tenho a mínima fé de que um post daqui possa ir para o Digg;
De acordo com essa lista engraçadinha, não sou um viciado em blogs.
Felizmente.
domingo, 22 de abril de 2007
...

Botafogo e Cabofriense, final da Taça Rio. Lance polêmico de impedimento, pra variar. Tira-teima, diferentes ângulos, comentários. Cléber Machado, o locutor, diz que o impedimento, no fim das contas, dá graça ao futebol. A complicação da regra daria um charme a mais ao jogo.
Eis que Sérgio Noronha, o comentarista, concorda. E faz um adendo, para reforçar a complexidade da regra. "Você já tentou explicar o impedimento a uma mulher?"
Machado, que não é burro, percebe que vinha uma demonstração de machismo pela frente. Provavelmente uma piada. E responde: "já conversei com a Ana Paula Santos, a bandeirinha. Ela me dá um banho, entende muito."
Noronha: "não, com uma mulher de fora da área"
Cléber Machado: ...
...
...
...
"E lá vai o Botafogo".
Noronha só volta a falar uns 15 minutos depois. E não era sobre impedimento.
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Hmmm, alô?
"Minha carreira no tele-sexo foi concebida na semana anterior, quando entrei na sala do meu chefe e disse 'bom dia, Alistair. Vi um anúncio de tele-sexo. Não é preciso experiência! E dizem que eu tenho uma boa voz no telefone. Posso tentar?'
Editores sempre sorriem quando seus escritores dizem esse tipo de coisa. 'Se você se sente a vontade com isso, vai lá'".
Aqui está o relato de um dia trabalhando no tele-sexo, por uma jornalista norte-americana.
Editores sempre sorriem quando seus escritores dizem esse tipo de coisa. 'Se você se sente a vontade com isso, vai lá'".
Aqui está o relato de um dia trabalhando no tele-sexo, por uma jornalista norte-americana.
Web 2.0
Além do vídeo abaixo, outra forma, agora mais acadêmica e profunda, de entender o que é a tal de web 2.0 é esse relatório da OCDE, chamado "Web participativa: conteúdo gerado pelo usuário".
Apesar de acadêmico,o estudo, feito por Sacha Wunsch-Vincent e Graham Vickery, da direção para Ciência, Tecnologia e Indústria da OCDE, mostra de forma simples como essa história de cada um fazer um pouco está evoluindo, afetando a indústria (não só a de comunicação) e transformando nossa maneira de pensar, comprar e viver.
Vale ao menos uma passada de olho.
Apesar de acadêmico,o estudo, feito por Sacha Wunsch-Vincent e Graham Vickery, da direção para Ciência, Tecnologia e Indústria da OCDE, mostra de forma simples como essa história de cada um fazer um pouco está evoluindo, afetando a indústria (não só a de comunicação) e transformando nossa maneira de pensar, comprar e viver.
Vale ao menos uma passada de olho.
Novo caminho?
"As lan houses representam uma iniciativa auto-sustentável, que está ajudando a diminuir a exclusão digital no mundo em desenvolvimento, em especial a daqueles que mais precisam".
Quem diz é Ronaldo Lemos, professor da FGV-Rio e presidente do Creative Commons (dia desses escrevo sobre isso). Lemos, nos últimos meses, fez uma pesquisa sobre as novas iniciativas culturais ligadas à internet e inovações relacionadas à propriedade intelectual no Brasil.
Uma de suas descobertas foi justamente que as LAN Houses, normalmente vistas como lugar apenas de diversão, uma espécie de fliperama avançado, servem como instrumento de inclusão. E poderiam servir ainda mais. O argumento é simples: o grande problema dos projetos de inclusão digital é atrair moradores ao mesmo tempo em que garantem sustentabilidade. Afinal, o que não falta é telecentro fechando assim que o dinheiro do governo acaba. As LAN Houses, iniciativas privadas nascidas nas próprias comunidades, conhecem bem seu público e seu poder aquisitivo. O público quer jogo e comunicação (MSN, Orkut etc)com um preço que pode pagar. A hora de uso, então, não passa de R$ 1. Não por acaso, as houses vivem lotadas.
Os críticos perguntam: e os fatores educacionais, políticos etc? Lemos responde com uma sugestão que acredito ainda não ter sido testada: "as lan houses podem ir além, podem desenvolver e usar ferramentas sociais para promover e desenvolver atividades culturais de suas próprias comunidades". Por que não, então, utilizar os horários ociosos desses espaços (geralmente, os horários escolares) para dar aulas de informática, reunir as pessoas para discussões, entre outras possibilidades?
Tudo isso com um investimento que já está pago. Não é substituir os telecentros, mas aproveitar espaços com baixo investimento. Fica a pergunta...
Quem diz é Ronaldo Lemos, professor da FGV-Rio e presidente do Creative Commons (dia desses escrevo sobre isso). Lemos, nos últimos meses, fez uma pesquisa sobre as novas iniciativas culturais ligadas à internet e inovações relacionadas à propriedade intelectual no Brasil.
Uma de suas descobertas foi justamente que as LAN Houses, normalmente vistas como lugar apenas de diversão, uma espécie de fliperama avançado, servem como instrumento de inclusão. E poderiam servir ainda mais. O argumento é simples: o grande problema dos projetos de inclusão digital é atrair moradores ao mesmo tempo em que garantem sustentabilidade. Afinal, o que não falta é telecentro fechando assim que o dinheiro do governo acaba. As LAN Houses, iniciativas privadas nascidas nas próprias comunidades, conhecem bem seu público e seu poder aquisitivo. O público quer jogo e comunicação (MSN, Orkut etc)com um preço que pode pagar. A hora de uso, então, não passa de R$ 1. Não por acaso, as houses vivem lotadas.
Os críticos perguntam: e os fatores educacionais, políticos etc? Lemos responde com uma sugestão que acredito ainda não ter sido testada: "as lan houses podem ir além, podem desenvolver e usar ferramentas sociais para promover e desenvolver atividades culturais de suas próprias comunidades". Por que não, então, utilizar os horários ociosos desses espaços (geralmente, os horários escolares) para dar aulas de informática, reunir as pessoas para discussões, entre outras possibilidades?
Tudo isso com um investimento que já está pago. Não é substituir os telecentros, mas aproveitar espaços com baixo investimento. Fica a pergunta...
segunda-feira, 16 de abril de 2007
100 projetos
Uma lista de cem projetos sociais espalhados pelo mundo. Alguns realmente inovadores, outros nem tanto. Estão concorrendo a um apoio financeiro. A votação termina hoje, mas ainda não há nenhuma parcial.
Você sabia?
A campanha presidencial dos EUA está chegando. Alguém ainda duvida que George W. Bush não vai fazer seu candidato? Se sim, dê uma olhada na lista de medidas tomadas pelo chefe da matriz nos últimos oito anos. Depois reveja sua opinião.
A lista, dividida por temas (Política Externa, Meio Ambiente, Militarismo, Economia, Família e Terceira Idade e Direitos Civis), é extensa e baseada em notícias dos principais jornais norte-americanos e ingleses.
"Imploramos para que você esqueça as pesquisas. Esqueça os analistas. Esqueça os avisos das campanhas de 30 segundos. Ao invés disso, veja os registros", diz a organização Do You Know?, responsável pela lista.
A lista, dividida por temas (Política Externa, Meio Ambiente, Militarismo, Economia, Família e Terceira Idade e Direitos Civis), é extensa e baseada em notícias dos principais jornais norte-americanos e ingleses.
"Imploramos para que você esqueça as pesquisas. Esqueça os analistas. Esqueça os avisos das campanhas de 30 segundos. Ao invés disso, veja os registros", diz a organização Do You Know?, responsável pela lista.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Timão!
Pelo que se lê por aí (aqui, por exemplo), o Corinthians espera que mais um grande investidor salve a pátria da Fiel. Depois de um iraniano, a vez é de um russo. Dono de uma das maiores fortunas da Rússia, Boris Berezovsky é o cara. Tão "o cara" que quer dar um golpe no atual presidente de seu país, Vladimir Putin.
Só tem gente boa no Parque São Jorge...
Só tem gente boa no Parque São Jorge...
quarta-feira, 11 de abril de 2007
N = C + {fb(cm) · fb(tc)} + fb(Ts) + fc · ta

Essa é a fórmula do sanduíche de bacon perfeito, de acordo com pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra.
N= força aplicada na mordida, em newtons
fb= tipo de bacon
fc= tempero
TS= temperatura
tc= tempo de cozimento
ta= tempo gasto para adicionar o bacon e o tempero ao pão
cm= método aplicado na feitura
C= a consistência, também em newtons, do bacon cru.
Ou seja, a perfeição é medida pela consistência mais o produto da multiplicação do tipo de bacon com o método de fritura mais a temperatura aplicada mais o produto do tempero pelo tempo gasto de aplicação.
Mil horas de pesquisas depois, os ingleses descobriram que basta um bacon de qualidade bem frito num pão francês crocante. E ainda ganharam para fazer essa fórmula, de acordo com o NY Times.
terça-feira, 10 de abril de 2007
Regras
Uma das coisas mais interessantes desse mundo de blogs é a completa falta de regras editoriais, por mais bem intecionadas que sejam. Cada um faz o que quer levando em conta suas crenças e tendo em mente as leis de seu grupo, estado, país, planeta, e as formas de questioná-las se considerar necessário.
Pois bem, isso parece estar próximo ao fim (não sem razão). O Tim O´Reilly, um dos inventores da internet, cara saca-tudo, propôs, no último domingo um "código de conduta" para os blogueiros. A intenção é nobre: acabar com o "cyber-bullying". Em outras palavras, pôr fim à apurrinhação virtual. Ou seja, dar limites a comentários ofensivos e responsabilizar irresponsáveis (o código está traduzido abaixo).
O tal ciberespaço, no entanto, reclamou. No próprio blog de O´Reilly comenta-se que a introdução de regras só vai fazer os desvios aumentarem e que a implementação de "distintivos", como propôs O´Reilly, é absurda por si só. Isso para não falar de que algumas das regras podem facilmente ser descumpridas, de acordo com o interesse e até pela segurança do blogueiro.
Uma das leis do código proposto é não postar anonimamente. A terapeuta Isabela Mori, por exemplo, comenta para O´Reilly de que ela não pode escrever assinando. E se um paciente ler e entender algo de errado? Uma terapeuta pode expôr sua opinião sobre vários assuntos para seu paciente? Isso não influenciaria o tratamento?
Outro ponto polêmico foi o "não escrever algo que não diria pessoalmente". E quem vive em ditaduras, como fica? Há ainda a polêmica aceitação de direitos autorais. Se eu quiser postar uma música ou um trecho de filme, então, não posso?
De qualquer forma, a intenção foi boa, mas me parece pensada para o universo blogueiro-tecnológico dos EUA. Tem bons pontos, como regular comentários ofensivos, mas ainda precisa ser melhorado. E não vai muito além do que um manual de redação moderno recomenda.
Até por isso, o Tim O´Reilly ressaltou em seu post que aqueles pontos são apenas rascunhos e como rascunhos estão abertos a discussão -desde que inteligente.
Pois bem, isso parece estar próximo ao fim (não sem razão). O Tim O´Reilly, um dos inventores da internet, cara saca-tudo, propôs, no último domingo um "código de conduta" para os blogueiros. A intenção é nobre: acabar com o "cyber-bullying". Em outras palavras, pôr fim à apurrinhação virtual. Ou seja, dar limites a comentários ofensivos e responsabilizar irresponsáveis (o código está traduzido abaixo).
O tal ciberespaço, no entanto, reclamou. No próprio blog de O´Reilly comenta-se que a introdução de regras só vai fazer os desvios aumentarem e que a implementação de "distintivos", como propôs O´Reilly, é absurda por si só. Isso para não falar de que algumas das regras podem facilmente ser descumpridas, de acordo com o interesse e até pela segurança do blogueiro.
Uma das leis do código proposto é não postar anonimamente. A terapeuta Isabela Mori, por exemplo, comenta para O´Reilly de que ela não pode escrever assinando. E se um paciente ler e entender algo de errado? Uma terapeuta pode expôr sua opinião sobre vários assuntos para seu paciente? Isso não influenciaria o tratamento?
Outro ponto polêmico foi o "não escrever algo que não diria pessoalmente". E quem vive em ditaduras, como fica? Há ainda a polêmica aceitação de direitos autorais. Se eu quiser postar uma música ou um trecho de filme, então, não posso?
De qualquer forma, a intenção foi boa, mas me parece pensada para o universo blogueiro-tecnológico dos EUA. Tem bons pontos, como regular comentários ofensivos, mas ainda precisa ser melhorado. E não vai muito além do que um manual de redação moderno recomenda.
Até por isso, o Tim O´Reilly ressaltou em seu post que aqueles pontos são apenas rascunhos e como rascunhos estão abertos a discussão -desde que inteligente.
Código de Conduta - Tim O´Reilly
"Celebramos a blogosfera porque ela abraça a conversa franca e aberta. Mas franqueza não precisa significar falta de civlidade. Apresentamos esse Código de Conduta Blogueiro na esperança de que ajude a criar uma cultura que encorage tantao a expressão pessoal quanto a conversa construtiva.
1- Nos responsabilizamos por nossas próprias palavras e pelos comentários que permitimos no blog.
Estamos comprometidos com o padrão de "Civilidade Garantida": não postaremos conteúdo inaceitável e apagaremos comentários que os contenham.
Definimos conteúdo inaceitável como qualquer coisa que inclua ou esteja ligada a
-abuso, assédio, ordens ou ameaças.
-algo libeloso, sabidamente falso, inominado ou que calunie outra pessoa
-algo que infrija direitos autorais ou marcas
-violação de obrigação de confidencialidade
-violação da privacidade de outros
Definimos e determinamos o que "conteúdo inaceitável" em cada caso, e nossas definições não estão limitadas a esta lista. Se apagarmos um comentário ou link, diremos e explicaremos o por quê. (Nos reservamos o direito de mudar esses parâmetros a qualquer momento sem aviso)
2- Não dizemos nada online que não diríamos pessoalmente
3- Mantemos contato privadamente antes de responder publicamente
Quando encontramos conflitos e mal-entendidos na blogosfera, fazemos todo esforço para conversar privada e diretamente com a (s) pessoas envolvida(s) -ou encontramos um intermediário que o possa fazer- antes de publicarmos qualquer post ou comentários sobre o tema.
4- Quando acreditamos que alguém está atacando outra pessoa injustamente, agimos.
Quando alguém que está publicando comentários ou posts ofensivos, diremos isso (privadamente, se possível-ver acima) e pediremos para fazer correções publicamente.
Se os comentários publicados puderem ser considerados uma ameaça e o acusador não desistir deles e se retratar, nós vamos cooperar com ações judiciais para proteger o alvo das acusações.
5- Não autorizamos comentários anônimos.
Pedimos aos comentadores para disponibilizar um endereço válido antes de escreverem, apesar de os autorizarmos a se identificarem por apelidos ao invés do nome real.
6- Ignoramos os "trolls" (provocadores?)
Preferimos não responder a comentários ofensivos sobre nós ou o blog a menos que se tornem abusivos ou caluniosos. Acreditamos que alimentar a provocação apenas os encoraja. "Nunca lute com um porco. Os dois se sujam, mas o porco gosta disso". Ignorar ataques públicos geralmente é a melhor maneira de contê-los.
1- Nos responsabilizamos por nossas próprias palavras e pelos comentários que permitimos no blog.
Estamos comprometidos com o padrão de "Civilidade Garantida": não postaremos conteúdo inaceitável e apagaremos comentários que os contenham.
Definimos conteúdo inaceitável como qualquer coisa que inclua ou esteja ligada a
-abuso, assédio, ordens ou ameaças.
-algo libeloso, sabidamente falso, inominado ou que calunie outra pessoa
-algo que infrija direitos autorais ou marcas
-violação de obrigação de confidencialidade
-violação da privacidade de outros
Definimos e determinamos o que "conteúdo inaceitável" em cada caso, e nossas definições não estão limitadas a esta lista. Se apagarmos um comentário ou link, diremos e explicaremos o por quê. (Nos reservamos o direito de mudar esses parâmetros a qualquer momento sem aviso)
2- Não dizemos nada online que não diríamos pessoalmente
3- Mantemos contato privadamente antes de responder publicamente
Quando encontramos conflitos e mal-entendidos na blogosfera, fazemos todo esforço para conversar privada e diretamente com a (s) pessoas envolvida(s) -ou encontramos um intermediário que o possa fazer- antes de publicarmos qualquer post ou comentários sobre o tema.
4- Quando acreditamos que alguém está atacando outra pessoa injustamente, agimos.
Quando alguém que está publicando comentários ou posts ofensivos, diremos isso (privadamente, se possível-ver acima) e pediremos para fazer correções publicamente.
Se os comentários publicados puderem ser considerados uma ameaça e o acusador não desistir deles e se retratar, nós vamos cooperar com ações judiciais para proteger o alvo das acusações.
5- Não autorizamos comentários anônimos.
Pedimos aos comentadores para disponibilizar um endereço válido antes de escreverem, apesar de os autorizarmos a se identificarem por apelidos ao invés do nome real.
6- Ignoramos os "trolls" (provocadores?)
Preferimos não responder a comentários ofensivos sobre nós ou o blog a menos que se tornem abusivos ou caluniosos. Acreditamos que alimentar a provocação apenas os encoraja. "Nunca lute com um porco. Os dois se sujam, mas o porco gosta disso". Ignorar ataques públicos geralmente é a melhor maneira de contê-los.
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Polka Floyd
Depois da versão dub, a versão polca do Pink Floyd.
Só pra lembrar: a polca é um ritmo nascido na Boêmia, Alemanha, no século XIX. Ainda é popular na República Tcheca, Eslováquia e Croácia. Segundo a wikipedia, o nome polca vem da palavra tcheca que significa "metade". Isso porque o ritmo da música é dois por quatro, sejá lá o que isso significa.
Dia desses ouviremos o Samba Side of the Moon.
Só pra lembrar: a polca é um ritmo nascido na Boêmia, Alemanha, no século XIX. Ainda é popular na República Tcheca, Eslováquia e Croácia. Segundo a wikipedia, o nome polca vem da palavra tcheca que significa "metade". Isso porque o ritmo da música é dois por quatro, sejá lá o que isso significa.
Dia desses ouviremos o Samba Side of the Moon.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Conjungando
Yo gugleo,
tu gugleas,
él guglea,
nosotros gugleamos,
vosotros ¿glugeais?
ellos guglean
O Congresso Internacional da Língua Espanhola, reunido em Cartagena, Colômbia, nesta semana, decidiu analisar a adição do verbo guglear (com u mesmo, para respeitar a pureza de Cervantes) aos dicionários de castellano.
A chance de aprovação é grande.
tu gugleas,
él guglea,
nosotros gugleamos,
vosotros ¿glugeais?
ellos guglean
O Congresso Internacional da Língua Espanhola, reunido em Cartagena, Colômbia, nesta semana, decidiu analisar a adição do verbo guglear (com u mesmo, para respeitar a pureza de Cervantes) aos dicionários de castellano.
A chance de aprovação é grande.
terça-feira, 3 de abril de 2007
Web 2.0, na vida real
Pra quem acha essa história de web 2.0 abstrata demais, aí vai um vídeo que explica tudo como se fosse num supermercado.
Do tédio
Ver a tinta secar, o queijo mofar, a grama crescer, o nada acontecer. Para tudo hoje há câmeras e gente para ver. O tédio é assim tão grande? Mesmo podendo ler muito, assistir filmes, viajar, conversar..?
Na verdade, é uma eterna busca por novidades, diz artigo no Guardian. Mesmo que elas sejam as mais imbecis do mundo.
Na verdade, é uma eterna busca por novidades, diz artigo no Guardian. Mesmo que elas sejam as mais imbecis do mundo.
E não é que era verdade?
Steve Jobs, o presidente-dono-diretor da Apple, declarou, há um tempo, que sua empresa ia começar a flexibilizar a proteção de direitos autorais na rede, em particular no Itunes. Poucos acreditaram e até campanha fizeram para ver se o ex-amigo do Bill Gates estava falando sério.
E não é que estava? A EMI, uma das maiores gravadoras do mundo, afirmou que venderá música sem proteção contra cópias no Itunes. Ou seja, se você comprar uma faixa qualquer de um artista da EMI (Stones, por exemplo), poderá tocá-la em aparelhos que não o Ipod. Vai custar mais caro (30% a mais -US$1,29 contra US$ 0,99), mas a Apple garante que a qualidade é superior. Na compra de um "disco" completo, rola uma promoção -tudo por US$9,99.
Por enquanto, são apenas a da EMI, mas Jobs acredita que até o meio do ano metade das músicas vendidas no Itunes será desprotegida.
By the way, a iniciativa serve também para a maçã aplacar os defensores dos consumidores na Europa, que reclamam faz muito tempo dessa história de "comprou na Apple, só serve no Ipod". Para eles, assim não tem concorrência.
E não é que estava? A EMI, uma das maiores gravadoras do mundo, afirmou que venderá música sem proteção contra cópias no Itunes. Ou seja, se você comprar uma faixa qualquer de um artista da EMI (Stones, por exemplo), poderá tocá-la em aparelhos que não o Ipod. Vai custar mais caro (30% a mais -US$1,29 contra US$ 0,99), mas a Apple garante que a qualidade é superior. Na compra de um "disco" completo, rola uma promoção -tudo por US$9,99.
Por enquanto, são apenas a da EMI, mas Jobs acredita que até o meio do ano metade das músicas vendidas no Itunes será desprotegida.
By the way, a iniciativa serve também para a maçã aplacar os defensores dos consumidores na Europa, que reclamam faz muito tempo dessa história de "comprou na Apple, só serve no Ipod". Para eles, assim não tem concorrência.
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Googlezon (de todos?)
Há alguns anos, todos viram um vídeoque circulava por aí que sugeria que, em 2014, um tal de GoogleZon, a união do Google com a Amazon, dominaria o mundo. Todo tipo de serviço passaria pelas máquinas dessa empresa, que teria capacidade de monitorar tudo e todos.
Essa companhia (no sentido empresarial e bigbrotherial) já está se tornando realidade, como mostra matéria da BusinessWeek. O faturamento do Google já é maior do que vários conglomerados de mídia e seu valor de mercado, US$ 144 bilhões. Com essa grana toda, o antes apenas buscador agora já investe em jornais e anúncios de TV. O movimento gera medo em outras empresas e até em alguns ativistas. Uns temem pela concorrência, outros, pelo monopólio.
Pois alguns decidiram fazer parte do Google para influenciar seus caminhos e, quem sabe, interromper o processo de googlenização do mundo. O método? Comprando ações da empresa para deixá-la sobre administração da "Google To The People Public Company".
Porém, onde seria possível conseguir recursos para adquirir participação em algo que vale tantos bilhões? Fácil, via Google Adsense, oras. Assim o "Google vai comer a si mesmo". Até agora, eles já tem 292 ações, uns 130 mil dólares.
"Ao estabelecer esse modelo autocanibalístico nós descontruímos os novos mecanismos globais de publicidade ao rendê-lo a um modelo surreal de economia baseada em cliques", dizem os organizadores do movimento.
O problema é que eles foram censurados pelo Google, que os retirou de suas buscas.
De qualquer forma, ainda vai levar tempo para que o sonho deles se concretize. Pelos cálculos dos ativistas, no atual ritmo, faltam 202 milhões de anos para que o Google seja completamente tomado.
Essa companhia (no sentido empresarial e bigbrotherial) já está se tornando realidade, como mostra matéria da BusinessWeek. O faturamento do Google já é maior do que vários conglomerados de mídia e seu valor de mercado, US$ 144 bilhões. Com essa grana toda, o antes apenas buscador agora já investe em jornais e anúncios de TV. O movimento gera medo em outras empresas e até em alguns ativistas. Uns temem pela concorrência, outros, pelo monopólio.
Pois alguns decidiram fazer parte do Google para influenciar seus caminhos e, quem sabe, interromper o processo de googlenização do mundo. O método? Comprando ações da empresa para deixá-la sobre administração da "Google To The People Public Company".
Porém, onde seria possível conseguir recursos para adquirir participação em algo que vale tantos bilhões? Fácil, via Google Adsense, oras. Assim o "Google vai comer a si mesmo". Até agora, eles já tem 292 ações, uns 130 mil dólares.
"Ao estabelecer esse modelo autocanibalístico nós descontruímos os novos mecanismos globais de publicidade ao rendê-lo a um modelo surreal de economia baseada em cliques", dizem os organizadores do movimento.
O problema é que eles foram censurados pelo Google, que os retirou de suas buscas.
De qualquer forma, ainda vai levar tempo para que o sonho deles se concretize. Pelos cálculos dos ativistas, no atual ritmo, faltam 202 milhões de anos para que o Google seja completamente tomado.
sexta-feira, 30 de março de 2007
Velhos protestos

Em Santiago, Chile, e no Rio, Brasil, a causa era a mesma, assim como a confusão. Estudantes parando o centro das duas montanhosas cidades para reclamar de mudanças no sistema de transporte. Aqui, contra o fim do passe livre; lá, contra a diminuição do número de ônibus na cidade e em celebração ao dia do jovem combatente (em homenagem a dois jovens mortos pela ditadura de PInochet).
Em ambas, passeatas que terminaram em quebra-quebra e vários presos, além de vários vidros depedaçados e bombas explodidas.
terça-feira, 27 de março de 2007
Novos protestos

Há muito se fala da face política da internet. Na rede se pode organizar, via listas de discussões, blogs ou qualquer outra ferramenta, protesto contra tudo e contra todos. O youtube é a mais recente novidade. Fala-se que é mais fácil protestar em vídeo em países de governo autoritário, pois as chances de ter a polícia no pé são menores.
Daí também vem a pergunta: qual o futuro das manifestações, daquelas na rua, com faixas e barulho? Morrerão? Serão substituídas em adesão e eficiência por aquelas feitas em rede, via internet?
Seja lá qual seja a resposta, espero que não seja como uma surgida na Alemanha. Lá, é possível contratar manifestantes. Não que aqui não seja possível, mas lá a coisa é mais profissional mesmo. Há até um site (erento.com) para isso, uma espécie de mercado livre que inclui manifestantes abertos a qualquer causa. Custo médio de 150 euros por pessoa. Ou seja, um protesto de mil pessoas, o que não é lá grande coisa, sai por módicos R$ 500 mil.
segunda-feira, 26 de março de 2007
Segredos do teste
Câmeras de boa qualidade ou não; fotos nítidas ou borradas; relação custo/benefício; peso; fabricante; uso ideal...
A Cnet tem um dos melhores sistemas de testes de eletrônicos da internet, em especial de câmeras. Aqui eles revelam como fazem as avaliações.
A coisa lá é séria, tem embasamento científico e tudo. Não é coisa do tipo 'o repóter-saiu-fotografando-e-diz-o-que-achou'.
A Cnet tem um dos melhores sistemas de testes de eletrônicos da internet, em especial de câmeras. Aqui eles revelam como fazem as avaliações.
A coisa lá é séria, tem embasamento científico e tudo. Não é coisa do tipo 'o repóter-saiu-fotografando-e-diz-o-que-achou'.
Escravos da dívida

Não só aqui no Brasil as pessoas andam endividadas. Nos EUA, o consumo desenfreado, abastecido pela facilidade de crédito, tem levado a classe média à bancarrota. O resultado são empréstimos para pagar empréstimos, que levam os bancos ao paraíso ao mesmo tempo em que as financeiras, vez ou outra, criam pânico por medo de calote.
É o que mostram duas matérias do Alternet, site "progressista" dos EUA. Diz um dos textos que enquanto os salários tiveram aumento real de 1% nos últimos anos, as dívidas cresceram 1000%. "Como resultado, não poupamos mais. Não temos escolha a não ser continuar gastando até nosso crédito se exaurir e não termos nada", diz o capítulo do livro Maxed Out, de James D. Scurlock. Há um longa-metragem de mesmo nome que mostra o drama das famílias endividadas.
Scurlock afirma que hoje a taxa de falência familiar é dez vezes maior do que durante a Grande Depressão, nos anos 30. Ou seja, em algum momento, a financeira deixa de receber a hipoteca da casa ou a parcela de pagamento. As instituições não pedem muitas garantias, ao contrário das brasileiras. Emprestam e depois cobram. Se não pagarem, já era. Essa foi uma das causas do pânico das bolsas há algumas semanas. Se as financeiras ficam sem dinheiro, os empréstimos diminuem, os americanos compram menos e a economia mundial tropeça.
Mas por quê isso acontece? De acordo com o autor, irresponsabilidade financeira aliada ao incentivo a sonhos inalcançáveis e a empréstimos fáceis de instituições de crédito duvidosas e extorsivas. Um empréstimo de 3200 dólares pode facilmente ser quitado por seis mil, diz o norte-americano.
Reconhece algo que acontece por aqui? Isso pode dar certo?
sexta-feira, 23 de março de 2007
Banho de cerveja
Taí uma idéia interessante, para não dizer estranha. A cervejaria Chodovar (que existe desde 1573!), da República Tcheca, abriu um spa para relaxar os beberrões. Até aí, nada demais, a iniciativa não é tão inovadora assim. A novidade é que os banhos relaxantes são dados com cerveja, ao invés de água. Cerveja quente, como eles gostam.
"O verdadeiro banho de cerveja é tomado em uma banheira de reabilitação e possui temperatura de 34 graus. Consiste em água e água mineral Il-sano na proporção de um para um. O principal ingrediente é cerveja preta de banho, que é produzida de maneira tradicional, baseada em método original registrado e feita pela cerejaria da família Chodovar. Quando se entra na banheira, tudo é coberto pela característica espuma cor de caramelo e a área fica com cheiro de fragância de cerveja preta recém-tirada".
Uma sessão de 20 minutos custa 550 coroas tchecas, uns 55 reais. Fora a passagem, claro.
Segundo a Chodovar, faz bem para a pele, para a imunidade do corpo e rejuvenesce.
quarta-feira, 21 de março de 2007
50 razões

- Pequena burocracia (menos funcionários que a BBC)
- Praias e rios mais limpos
- Países antes pobres agora um pouco ricos
- Mais ajuda internacional
- Restaurantes mais cosmopolitas
- Franceses comendo carne britânica
- Férias de quatro semanas
- Passaportes para animais de estimação
- Facilidades para a juventude viajar e estudar fora de seu país
É o Independent listando as 50 razões para adorar os 50 anos da União Européia. Entre os motivos, piadas e coisas sérias, como se pode ver. Entre elas, a 50a, "listas como esta deixam os eurocéticos furiosos".
segunda-feira, 19 de março de 2007
Casa verde
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Ninguém discute que a construção de imóveis "verdes", ou seja, feitos apenas com materiais certificados, aproveitando o máximo da luz natural, reutilizando água etc, é mais cara do que um imóvel tradicional. Questão de escala e atenção, basicamente.
A longo prazo, porém, essa conta pode ser empatada ou mesmo invertida. E não há nada de mais longo prazo do que um imóvel.
Uma pesquisa feita nos EUA por uma organização ligada a construções limpas, o U.S. Green Building Council's Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), mostra isso. De acordo com o estudo, uma casa ecologicamente correta pode ter orçamento de um a 6,8% mais elevado do que uma tradicional. O percentual varia de acordo com o grau de "correção".
A variação foi considerada mais baixa do que o esperado. Melhor: o retorno em economia de água, luz, entre outros, é de dez vezes o valor investido. Se para cada metro quadrado construído forem colocados quatro dólares a mais ao pensar no projeto ecológico, a economia em 20 anos chega a 40 dólares por metro quadrado. Vale a pena, não?
Se a preocupação não for com o bem-estar geral, ao menos com o próprio bolso. O problema é que, de acordo com o líder da pesquisa, as pessoas não querem gastar a mais na hora de levantar suas casas e raramente pensam no futuro.
Eis, então, que outro estudo pode ajudar a manter o otimismo, ao menos em relação aos EUA. A I-rep, pesquisa bianual do instituto de pesquisa Ipsos sobre responsabilidade social corporativa, mostra que a preocupação dos norte-americanos com o meio ambiente vem crescendo. Dos respondentes, 45% afirmam que as grandes empresas deveriam priorizar a proteção ao meio ambiente em suas ações -incluídas aí as imobiliárias.
Nem tudo está perdido.
quarta-feira, 14 de março de 2007
Só pra constar
O Flickr agora permite a criação de "subsets", ou coleções, como eles preferem. Demoraram, mas fizeram. A notícia ruim é que, por enquanto, só para quem paga os, digamos, honestos 25 dólares anuais.
segunda-feira, 12 de março de 2007
Dividida pelo dinheiro
"Uma cidade de contradições nuas, desigualdade intensa; uma cidade de muros". É a São Paulo descrita no Independent, de Londres.
O de sempre: de um lado a Paulista e suas corporações milionárias; de outro, a pobreza. No caso, da ocupação de uma antiga fábrica de tecidos, a Prestes Maia, onde vivem duas mil pessoas.
Como diz o repóter, "dividida pelo dinheiro".
O de sempre: de um lado a Paulista e suas corporações milionárias; de outro, a pobreza. No caso, da ocupação de uma antiga fábrica de tecidos, a Prestes Maia, onde vivem duas mil pessoas.
Como diz o repóter, "dividida pelo dinheiro".
A Grande Muralha da China
Todo ano a China é criticada em relatórios de liberdade de expressão por não autorizar o acesso a qualquer site da grande rede mundial de computadores. A wikipedia, por exemplo, é vetada, assim como páginas relacionadas à proteção de direitos humanos.
Agora inventaram um site que diz se uma determinada página está disponível para navegação no país oriental.
É o Great Firewall of China. Foi idealizado por duas pessoas: o cineasta chinês Yan Ting Yuen e o designer holandês Jonas Vorwerk, com apoio de algumas fundações européias.
Vá lá e veja se seu site pode ser lido por algum chinês. Este blog até agora não foi vetado no país vermelho.
Riso artificial

Pra quem não consegue rir somente pelo que vê e ouve, já há solução. E na Inglaterra, a solução vem em forma de balão e custa duas libras, uns oito reais. A nova moda dos clubs londrinos é aspirar laughing gas aka óxido nitroso, diz matéria da Folha.
Será mesmo que os ingleses não têm do que rir? Será que a moda chega por aqui?
sexta-feira, 9 de março de 2007
No dos outros...
Há pouco tempo, o presidente da Apple, Steve Jobs, fez um discurso no qual criticava a indústria fonográfica por levar adiante o Digital Restrictions Management(DRMs), um padrão que proíbe a cópia de arquivos de áudio e vídeo na internet. Recebeu muitos aplausos por isso.
Jobs esqueceu de dizer, porém, que sua empresa também utiliza um formato que não é utilizável fora dos Ipods, fabricados pela própria. Sendo assim, a Free Software Foundation lançou um abaixo-assinado que pede ao bilionário da Apple que sustente sua posição. Ou seja, transforme o discurso em ação e faça o Itunes deixar de ser exclusivo de produtos "maçã".
O prazo para assinar é, como não podia deixar de ser, 1 de abril.
Jobs esqueceu de dizer, porém, que sua empresa também utiliza um formato que não é utilizável fora dos Ipods, fabricados pela própria. Sendo assim, a Free Software Foundation lançou um abaixo-assinado que pede ao bilionário da Apple que sustente sua posição. Ou seja, transforme o discurso em ação e faça o Itunes deixar de ser exclusivo de produtos "maçã".
O prazo para assinar é, como não podia deixar de ser, 1 de abril.
Inexistentes

Turnos de 12 horas, salário de R$ 400, acomodações lotadas e sujas, calor absurdo. O Guardian lembra o que está por trás da tal "indústria limpa" brasileira do álcool. Prevê-se que a produção aumente 55% em seis anos para atender o aumento da demanda do mercado norte-americano e europeu. Será que algo muda nisso?
Como diz a matéria, "eles não têm direitos e não podem reclamar com ninguém -de certa forma, não existem".
quinta-feira, 8 de março de 2007
Então...
parcela. Essa é a resposta-padrão de todo vendedor desde que os bancos perceberam que emprestar dinheiro para o comércio era uma boa. A dívida é o paraíso. Juros altos, lucros ainda mais.
Em qualquer loja, de roupas a eletrodomésticos, não adianta dizer que não tem dinheiro para comprar. A réplica é sempre a mesma: "parcela, ué". Chega-se ao cúmulo de parcelar valores ínfimos, como cinco reais. "Dá pra parcelar?", pergunta sempre o consumidor. "Em até cinco vezes". Logo, por que gastar agora o que se pode gastar depois? Mesmo que isso signifique descontrole financeiro nos meses seguintes.
Faça a conta, entretanto. Se pedir desconto para pagar à vista, quase sempre a resposta é positiva. Às vezes, até 10, talvez 15%. Não há rendimento tão eficiente.
Em qualquer loja, de roupas a eletrodomésticos, não adianta dizer que não tem dinheiro para comprar. A réplica é sempre a mesma: "parcela, ué". Chega-se ao cúmulo de parcelar valores ínfimos, como cinco reais. "Dá pra parcelar?", pergunta sempre o consumidor. "Em até cinco vezes". Logo, por que gastar agora o que se pode gastar depois? Mesmo que isso signifique descontrole financeiro nos meses seguintes.
Faça a conta, entretanto. Se pedir desconto para pagar à vista, quase sempre a resposta é positiva. Às vezes, até 10, talvez 15%. Não há rendimento tão eficiente.
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